Mascote do Flexor Documentos

Módulo · do modelo ao documento assinado

FLEXOR DOCUMENTOS

Modelos que viram documento com os dados do sistema, assinatura eletrônica com credencial autorizada, e uma trilha de aceite que registra quem aceitou o quê, quando e de onde.

Modelos de documento Emissão Assinatura eletrônica Trilha de aceite Credencial cifrada

O problema que resolve

O documento é feito no editor de texto e some na pasta

A declaração é montada copiando a do aluno anterior, alguém troca o nome e a data, imprime, colhe assinatura e digitaliza. Quando o documento é questionado meses depois, não há como provar quando foi emitido, com quais dados, nem que a pessoa realmente o recebeu.

Copiar e colar como processo

Cada documento herda os erros do anterior. Uma cláusula desatualizada se propaga por meses antes de alguém notar.

Assinatura sem rastro

Papel assinado e digitalizado não diz quando foi assinado, nem por quem de fato — só que existe um arquivo com um rabisco.

Aceite que não se comprova

"O aluno concordou com o regulamento." Como se prova isso, dois anos depois, num processo?


Recursos principais

Documento como objeto do sistema, não como arquivo

O modelo é a fonte; o documento emitido é uma instância dele, com dados reais e histórico próprio.

Modelos parametrizados

O texto do documento vive como modelo, com os campos preenchidos a partir do cadastro — corrigir a cláusula no modelo corrige as próximas emissões.

Emissão com os dados do sistema

O documento sai com o titular, os valores e as datas que o sistema já conhece. Não há redigitação, então não há divergência entre o documento e a base.

Assinatura eletrônica, por tipo de documento

Integração com o serviço de assinatura, com a credencial de quem assina cadastrada e autorizada explicitamente — e a autorização é por TIPO de documento: quem assina declaração não assina contrato automaticamente.

Credenciais cifradas

A senha do certificado e o PIN do token de assinatura são armazenados cifrados em repouso, não em texto claro.

Trilha de aceite

Cada aceite registra data, hora, IP, navegador e o hash do arquivo aceito — o que prova não só que houve aceite, mas de qual versão exata do documento.

Gestão dos emitidos

Localização do documento pelo modelo ou pelo titular, com a situação de cada um — o documento emitido não some numa pasta.

O ganho Conseguir provar, dois anos depois, que aquele documento específico foi emitido naquela data, com aqueles dados, e aceito por aquela pessoa.

As telas que o usuário vê

Modelar, emitir, assinar, comprovar

O caminho é curto: o trabalho está no modelo, e a emissão passa a ser consequência.

PassoTelaO que se faz nela
1Configurações de DocumentosModelos de documento, formas de assinatura e os parâmetros do módulo.
2Autorizações de assinaturaQuais usuários podem assinar CADA TIPO de documento e com qual credencial — autorizar é explícito e granular por tipo, não decorrência de ter acesso.
3Gestão de Documentos EmitidosLocalize um documento emitido pelo modelo ou pelo titular e acompanhe sua situação.
4Gestão de AceitesOs aceites registrados, com data, hora, IP, navegador e o hash do arquivo aceito.
5Painel de AceitesVisão consolidada de quem aceitou o quê e o que ainda está pendente de aceite.
6Meus DocumentosA visão do próprio titular: os documentos emitidos para ele.
7Verificar documentoConferência da autenticidade de um documento emitido.
8Meus Dados PessoaisAutoatendimento LGPD do titular (art. 18): confirmação, acesso, portabilidade e informação sobre compartilhamento são resolvidos na hora; anonimização, eliminação e correção seguem para o encarregado.
9Pedidos de Titulares (LGPD)A fila do encarregado: prévia do que a anonimização vai mudar, decisão fundamentada (concluir/recusar) e emissão do recibo de atendimento — o outro lado do mesmo pedido, sem linha de comando.

Combina bem com

O documento fala de alguém e de alguma coisa

Sozinho o módulo já organiza a emissão. Ligado, o documento nasce com os dados certos sem ninguém digitá-los.


Dados e conformidade

O que este módulo trata

Exposição alta e de natureza peculiar: o conteúdo do dado pessoal aqui é variável, porque depende do documento. Um histórico escolar, um contrato de trabalho e uma declaração de matrícula carregam coisas diferentes — e o módulo trata o PDF emitido como o objeto que ele é.

DadoFinalidadeBase legalRetenção
PDF emitido — conteúdo com dado pessoal do titularContrato, declaração, histórico, diplomaExecução de contrato + obrigação legal (guarda documental)Guarda legal — declaradamente não expurgado
Senha do certificado e PIN do token de assinaturaAssinatura digitalNão é dado pessoal — é segredo técnicoCifrado em repouso; enquanto a credencial valer
Trilha de aceite: data, hora, IP, navegador e hash do arquivoProva de manifestação de vontadeExecução de contrato + legítimo interesse (prova)Acompanha o documento aceito
Extração de dados de CNH capacidade latentePreenchimento automático a partir do documento— sem uso em produção hojeRetenção ainda indefinida — declarado como pendência

Duas honestidades. O PDF emitido não é expurgado: a guarda dele é obrigação legal, e prometer exclusão seria prometer o que não se pode cumprir. E a extração de dados de CNH existe no código mas não tem chamador — é uma capacidade construída e não ativada, cuja política de retenção ainda não foi definida. Está listada aqui em vez de omitida, porque é exatamente o tipo de coisa que uma auditoria externa encontraria. Quando o PDF é enviado para assinatura, ele vai inteiro ao serviço de assinatura — o que é esperado, já que o documento é o objeto da operação, e está declarado no registro de operadores.
Autorização, cifra em repouso, trilha de acesso e direitos do titular são transversais: veja como o M3 Flexor trata segurança e LGPD.


Próximo passo

Documento com prova, não com pasta

Comece pelos documentos que hoje geram mais retrabalho ou mais risco jurídico. O modelo é o investimento; a emissão passa a ser barata.