O que falta
O que ainda não está pronto
Fornecedor que só conta o que deu certo é fornecedor cujos limites você vai descobrir sozinho, no pior momento. Estes itens estão identificados, priorizados e em aberto — organizados pela área do produto que afetam:
Desempenho sob volume
| Item | Situação em 10/09/2026 | Status |
|---|---|---|
| Telas em árvore que abrem tudo de uma vez | As telas que mostram uma hierarquia — curso, grade e disciplina; cidade, empresa e cidadão; contrato e seus aditivos — seguem dois caminhos diferentes por dentro. Parte delas busca cada ramo só quando o usuário abre aquele ramo; outras trazem a hierarquia inteira de uma vez e a desenham no navegador. As duas funcionam e são iguais na tela; a diferença aparece quando a base cresce, porque a segunda forma paga o custo de tudo logo na abertura. São 10 telas no segundo caminho, já levantadas uma a uma. A decisão que abre o trabalho vem antes dele: unificar as duas formas em uma só, ou manter as duas e escrever o que a segunda precisa garantir. | medido, a resolver |
Percurso do aluno
| Item | Situação em 10/09/2026 | Status |
|---|---|---|
| O aluno que volta | Quem já estudou na instituição e volta é reconhecido como pessoa — o cadastro e o acesso são reaproveitados —, mas o histórico dele não entra na conta: a nova matrícula inclui todas as disciplinas do primeiro período, sem aproveitar o que já foi cursado. A tabela de equivalência existe e ainda não é lida por esse fluxo. | medido, a resolver |
Acompanhamento e análise
| Item | Situação em 10/09/2026 | Status |
|---|---|---|
| Aviso no celular | Todo aviso do sistema sai hoje por e-mail — no resumo da noite ou na hora, a pedido. A saída pelo celular já está escrita e ligada ao resto: quem assina escolhe o canal, e o número vem da agenda de contatos da própria pessoa. O que falta é contratar o serviço externo que entrega a mensagem, um custo por mensagem enviada que só se justifica com o volume real de uso — até lá o canal fica visivelmente desligado, em vez de aceitar um pedido que ninguém entregaria. | pronto, à espera do provedor |
O que já entregamos
O que já foi construído
A mesma lista, do outro lado: o que começou como frente aberta e já virou entrega, mais recente primeiro.
Setembro de 202628 entrega(s)
O formulário público entra no fluxo de captação
O formulário que um interessado preenche sem estar logado passou a aparecer no roteiro desenhado da captação, entre a configuração do funil e o acompanhamento dos interessados que chegaram — quem percorre o fluxo agora vê em que ponto a entrada de fora acontece, e o mesmo desenho aparece a partir de qualquer etapa. No mesmo movimento, um ícone do menu que vinha desenhado como palavra escrita em vez de figura voltou a aparecer como figura.
O menu do módulo ganhou um segundo nível
O menu de cada módulo mostrava todas as telas lado a lado, no mesmo nível. Onde um módulo reúne várias telas de uma mesma área, elas passaram a ficar num cartão de grupo que abre um segundo nível: o menu principal volta a caber de uma olhada, e cada tarefa aparece na ordem em que costuma ser executada. Junto entraram no menu onze telas que existiam e não estavam em lugar nenhum — quem tinha aquele módulo contratado só chegava até elas sabendo o endereço de cor. E a conferência revelou uma falha maior, no nascimento de uma instalação nova: quarenta e três telas, de seis módulos diferentes, não chegavam a ser criadas no menu, e a instalação nascia incompleta sem que nada avisasse. Passaram a nascer todas.
A sugestão do usuário vira uma demanda que dá para acompanhar
A sugestão parava num arquivo dentro da instalação, visível só a um administrador. Agora ela sobe para quem constrói o sistema, é analisada uma a uma, e o desfecho — atendido ou não, com o motivo — volta por e-mail a quem escreveu. Para quem usa o módulo de demandas, a sugestão ainda aparece na fila de demandas como um chamado em modo de acompanhamento, e passa a "concluída" ou "cancelada" quando a resposta chega. Do lado de quem mantém a plataforma, esse fluxo tem painel e alertas próprios — volume por instância, tempo médio de resposta, e aviso quando uma sugestão passa dias sem retorno ou quando o e-mail de resposta não foi entregue.
Turmas de treinamento, com vagas, avaliação e certificado
A capacitação nos módulos deixa de ser combinada caso a caso e passa a ser oferecida em turmas com vagas controladas: cada área contratada inscreve suas pessoas de dentro do próprio sistema, entra em lista de espera se a turma lotar, e dá o consentimento de dados exigido antes de confirmar presença. Ao final, quem foi aprovado numa avaliação recebe um certificado assinado, com um código público que qualquer um pode conferir — e o certificado aparece automaticamente na ficha da pessoa, sem ninguém precisar anexar nada à mão. Quem organiza acompanha os dois lados: quantas pessoas concluíram e quantas ainda não têm ninguém certificado numa área que já contratou o módulo. O mesmo motor passa a servir também a capacitação interna: quem tem o módulo de Recursos Humanos pode cadastrar e emitir certificado para os próprios treinamentos corporativos, sem depender de nenhuma turma externa.
Buscar dentro das telas em árvore
As telas que mostram uma hierarquia inteira — estruturas, classificações, cursos e turmas — não davam busca, filtro nem ordenação: era abrir tudo de uma vez e rolar. Agora, ao lado de cada uma, existe uma lista comum, com busca, filtro e páginas, em que cada linha abre a sua própria ramificação numa janela à parte — sem sair da lista para achar o que se procura. Cinco classificações e as telas de curso e de grade curricular já ganharam a lista nova.
Pedir o aviso na hora, sem esperar o resumo da noite
A lista do que cada pessoa assinou ganhou um botão por item: enviar agora. O aviso chega na hora, com o conteúdo daquele instante, sem esperar o resumo da noite — e sem substituí-lo: o resumo assinado continua vindo no horário de sempre, porque pedir um extra não é adiantar o combinado. Item sem novidade responde na tela em vez de mandar uma mensagem vazia, quem perdeu o acesso ao assunto não recebe nem clicando, e um limite por hora impede que o botão vire uma enxurrada na própria caixa de entrada. O item pausado também pode ser pedido: pausar recusa a rodada automática, não o pedido explícito de quem quer ver o número agora.
De quando é o número que a tela mostra
As telas de análise leem uma cópia do banco, carregada em ciclos, e não o sistema ao vivo — o que sempre foi verdade e nunca aparecia na tela. Agora o topo de cada análise diz quando foi a última carga concluída, e diz com todas as letras quando nenhuma carga terminou ainda, que é justamente o caso em que o gráfico vazio confunde. Um registro criado depois daquela hora ainda não aparece ali: vai entrar no próximo ciclo. Junto disso, foi medido se a carga completa continua cabendo na janela noturna combinada quando o volume cresce — cabe, com folga larga na maior instalação em uso —, e a própria carga passou a se cronometrar e a avisar caso essa folga comece a estreitar, em vez de depender de alguém lembrar de remedir.
O aviso que vai atrás de quem precisa
Uma análise ou um alerta deixou de existir só dentro da tela: cada pessoa assina o que quer receber, e uma vez por noite chega por e-mail um resumo com o que mudou — diário ou semanal, tudo num e-mail só ou cada item no seu, à escolha de quem assina. Quem perde o acesso ao assunto para de receber no mesmo instante, porque a autorização é conferida na hora do envio e não na hora da assinatura; e item sem novidade não vira e-mail vazio.
Telas de hierarquia carregam mais rápido quando a lista é grande
As telas em árvore mostravam o primeiro nível inteiro de uma vez, sem limite. Nas instalações que acumulam bastante nesse nível, isso pesava — uma delas caiu de quase 3 segundos para carregar para menos de 150 milissegundos. Agora a paginação liga sozinha quando a lista passa de um certo tamanho, sem mudar nada para quem não chega lá.
As instalações já rodando alcançaram a versão nova
As instalações já em operação foram atualizadas para a versão que carrega o bloqueio de conteúdo do navegador e a cifra do arquivo de backup por instalação — as duas proteções deixaram de valer só para quem instala hoje e passaram a valer também para quem já roda.
Orçamento, folha e captação
O funil de captação passou a avisar a próxima ação do dia, o rateio orçamentário ganhou a leitura por responsável, e o caminho antigo de importação foi aposentado com a migração feita antes da remoção.
A área de pessoal ganha tela
Folha, vínculo e produção saíram do bastidor e ganharam tela própria, com o holerite em autoatendimento pelo lado de quem é o titular — e uma porta separada, com conferência mais forte, para quem opera a folha de terceiros.
Uma instalação por cliente, recriável do zero
Cada cliente roda a própria instalação, com banco próprio e identificadores em faixa separada; o conjunto inteiro foi recriado do zero e conferido, o que torna a restauração um procedimento testado, não uma promessa.
Toda tabela do sistema tem tela
Nenhum dado ficou acessível só por bastidor: cada tabela ganhou a tela devida, dentro de um punhado de formatos repetidos, e a conferência virou barreira permanente contra a lacuna reabrir.
Monitoramento de imprensa
Um módulo próprio varre as fontes escolhidas atrás dos termos que interessam à instituição, com relógio por termo, e registra o achado para tratamento.
Todo módulo apura os próprios indicadores
Os indicadores deixaram de depender de alguém digitar o número: cada módulo licenciado apura sozinho o que dá para apurar do próprio dado, na cadência combinada.
Atendimento ao titular de dados
O pedido de quem quer ver, corrigir ou apagar os próprios dados deixou de ser trabalho de bastidor: há tela para receber, conferir a prévia do efeito, concluir ou recusar, com recibo.
Nenhuma dependência com falha conhecida em aberto
As falhas públicas conhecidas nas bibliotecas de terceiros foram a zero, sem exceção pendente, e a conferência passou a barrar a publicação em vez de apenas relatar.
Backup cifrado e avisos que chegam sozinhos
O arquivo de backup passou a ser cifrado enquanto é gerado, com chave dedicada por instalação, e cinco situações passaram a avisar por e-mail sem ninguém consultar tela: backup atrasado, backup desligado, configuração permissiva, ausência de sinal de vida e licença perto do vencimento.
Bloqueio de conteúdo no navegador
A política que impede o navegador de executar conteúdo não previsto saiu do modo de observação e passou a bloquear de verdade, nas duas metades: o que executa e o que desenha.
A leitura automática do gráfico
Um botão em cada análise escreve em texto o que o gráfico mostra — anomalia, tendência, comparação entre períodos —, com freio de consumo e a resposta guardada por período.
Diploma digital pronto para homologação
O diploma sai no formato oficial exigido, assinado digitalmente nos três blocos que o leiaute pede, com o pacote de documentos e o percurso completo de emissão, registro e homologação registrado ponta a ponta.
A hierarquia de uma linha, sem trocar de tela
Nas telas de listagem, cada linha ganhou um botão que abre a hierarquia daquele registro — e só dele — numa janela sobre a lista: os mesmos níveis, o mesmo arrastar para reordenar e a mesma edição por item da tela hierárquica, sem perder a busca, os filtros e a página em que se estava. A primeira a usá-lo é a listagem de avaliações, que passa a conviver com a visão em árvore em vez de substituí-la.
Exigir a configuração correta de produção
Quem administra a instalação passa a poder exigir a configuração correta, em vez de só ser avisado sobre ela: com um interruptor no ambiente, o sistema recusa-se a subir enquanto uma variável crítica estiver com valor de desenvolvimento — a chave que assina sessões e links de senha, os domínios aceitos, o modo de depuração. O padrão continua o de hoje, avisar e subir, para que nenhuma instalação já em uso mude de comportamento sem alguém pedir; e o aviso semanal por e-mail para quem administra vale nos dois modos.
Primeiro acesso a uma instalação recém-criada
Quando uma instalação nasce, a senha do primeiro administrador vem do ambiente. Se ela não estiver definida, a conta continua nascendo sem senha utilizável — por segurança —, mas agora o sistema diz isso em voz alta no registro da instalação, e diz de qual das duas contas está falando, em vez de deixar quem for entrar descobrir na hora. Junto disso, dois consertos que só apareceram ao escrever o aviso: a senha da conta principal deixou de ser substituída sozinha a cada atualização da instalação quando o ambiente não a informa — quem já estava dentro não é mais expulso —, e o endereço de e-mail dessa primeira conta deixou de ser fixo no sistema: passa a ser informado na instalação, para que o contato de recuperação seja o do cliente e não o de quem instalou. Por fim, o caminho de quem entra pela primeira vez com a verificação em duas etapas ligada passou a ser verificado automaticamente, para que ninguém fique trancado do lado de fora em silêncio.
Telas que funcionavam e ninguém encontrava
Algumas telas do sistema funcionavam há tempos e não apareciam no menu lateral: só chegava nelas quem soubesse o endereço de cor. Cada uma foi conferida, uma a uma, para decidir se é tela de menu mesmo — muitas não são, e passaram a estar declaradas como não-menu, em vez de simplesmente sumidas —, e as que são ganharam sua entrada, com nome e ícone, na barra de quem tem acesso a elas. Junto veio a segunda metade do conserto: em dez telas de cadastro a aba de detalhe abria e não trazia nada, o que é pior do que não existir, porque parece defeito da informação e não da tela. As dez passaram a mostrar o conteúdo que prometiam. Por fim, os textos novos dessas telas nasceram nos quatro idiomas, e a revisão encontrou de quebra dezenas de rótulos antigos que exibiam a tradução de outra frase — corrigidos no mesmo passo.
Gráfico que cruza dois módulos
Um gráfico que junta o dado de dois módulos agora diz de quais licenças ele depende — e o sistema respeita isso. Antes, um gráfico assim era liberado só pela assinatura do módulo em que ele mora: quem não tinha o módulo vizinho via o gráfico na tela e ele saía vazio, o que se lê como queda quando a verdade é ausência. Agora ele fica guardado até o vizinho ser assinado, e acende sozinho no dia em que isso acontece, sem nenhuma configuração — o mesmo comportamento que os indicadores automáticos já tinham. A vitrine de análises também deixou de oferecer para instalar o que ainda não tem o que mostrar. E a tela que mostra como os módulos conversam entre si ganhou essa terceira leitura: além das ligações de cadastro e das medições cruzadas, ela agora conta também os gráficos que atravessam a fronteira entre dois módulos — dezessete ligações que antes não apareciam em lugar nenhum.
A sala de aula virtual
Material, atividade com entrega e nota, questionário tirado do banco de itens, critérios de correção reaproveitáveis entre turmas, fórum moderado e progresso por item: a sala nasce montada sobre a turma que a instituição já tem — a do curso regular ou o nível do curso livre — sem recadastrar ninguém e sem código de convite que fure o escopo de quem vê o quê. A nota volta para o boletim por ato explícito, conferível e avisado, nunca por efeito colateral de outra tela.
Agosto de 202621 entrega(s)
A loja de análises e alertas
As análises e os alertas deixaram de vir todos ligados: a instituição instala e desinstala um a um o que quer enxergar, sem depender do fornecedor para isso.
As listas ficaram mais fáceis de ler
A busca passou a mostrar, ao lado dos resultados, quantos existem em cada situação, tipo ou responsável — dá para ir fechando o cerco sem escrever filtro nenhum. As colunas de situação viraram etiquetas coloridas legíveis de relance, e o rodapé repetido saiu do caminho.
A pós-graduação entrou no mesmo acadêmico
A pós-graduação vivia num canto separado do sistema, com cadastro paralelo do que já existia no acadêmico. Passou a usar as mesmas telas de curso, turma e matrícula, e a ficha exigida pela avaliação da área virou um preenchimento aplicável a qualquer programa, em vez de um sistema à parte.
Frequência corrigida em lote
Corrigir presença deixou de ser um clique por aula: quando o aluno traz o atestado que cobre duas semanas, a correção se aplica ao período inteiro de uma vez, com o registro de quem corrigiu e por quê.
Entrar com a conta que já se tem
Quem chega pelo canal público pode entrar com a conta que já usa, sem inventar mais uma senha — e o acesso continua valendo apenas para a área de quem ainda é interessado, nunca para as telas de quem administra.
Quem indica um cliente ganha percentual
A indicação deixou de ser combinação informal: quem apresenta um cliente é registrado, o percentual acordado fica escrito, e a carteira de indicações tem tela própria — com o que foi indicado, o que fechou e o que há a pagar.
A estrutura organizacional virou produto à parte
Departamentos, cargos, lotação e organograma estavam presos ao produto acadêmico, o que obrigava quem não é escola a comprar o que não usaria. Viraram produto próprio, contratável sozinho — e a primeira instalação de uma organização sem alunos serviu justamente para provar que ele se sustenta em pé.
Compras e estoque com tela própria
Pedido de compra, cotação, fornecedor, entrada e saída de material e a posição do estoque passaram a ter tela própria e a entrar no perfil de quem contrata — em vez de existirem só como tabela sem lugar no sistema. Quem trabalha com material controlado enxerga o que tem, o que está a caminho e o que precisa repor.
O curso livre ganhou módulo próprio
Escola de idiomas, de música, de natação ou de artes marciais passou a ter um módulo desenhado para ela: o aluno percorre tema, nível e conteúdo sob os nomes que a própria instituição escolhe, com frequência, avaliação e indicadores que se apuram sozinhos. A primeira migração de base real trouxe mais de mil alunos e setenta e sete mil registros de frequência — e ensinou algo que valeu para o sistema inteiro: exigir documento de identificação de quem legitimamente não tem, como uma criança, trava a entrada de quase todo mundo. A identidade passa a vir do responsável.
O endereço de cada tela virou contrato
Mais de cem telas tinham endereço fora de padrão — e endereço errado é o defeito que não dá erro: o item some do menu e o atalho leva a lugar nenhum, calado. Os nomes foram uniformizados em todas as pontas em que aparecem, inclusive no registro guardado dentro de cada instalação, e passou a existir conferência que barra a divergência antes de ela chegar ao cliente.
Cada registro tem um retrato, sem sair da lista
Nas telas de cadastro, um botão em cada linha abre o retrato daquele registro — o que ele é, com o que se relaciona, o que já aconteceu com ele — numa janela sobre a lista, sem perder a busca, os filtros e a página em que se estava. Trinta e duas telas receberam o recurso na mesma passada, com a mesma aparência.
O teste de restauração virou rotina
Restaurar uma cópia de segurança exigia credencial administrativa digitada à mão, e por isso quase nunca era testado. Agora o teste roda junto da própria rotina de cópia, contra um banco reservado só para isso, e recusa-se a limpar qualquer banco que não traga a marca desse destino — de modo que um endereço apontado por engano falha com mensagem clara, em vez de destruir dado em silêncio.
O portfólio fechou, e a marca virou Flexor
Entraram os módulos que faltavam para a oferta ficar completa — integração, contabilidade, pessoal, painel do gestor, contratos e acompanhamento de imprensa — e o nome comercial passou a ser Flexor. A troca de marca não obrigou a converter nada do que já estava gravado nas instalações em uso: quem foi instalado antes e quem foi instalado depois enxerga o mesmo menu.
Verificação em duas etapas para quem administra
Quem tem poder administrativo passou a confirmar a entrada com um código do autenticador, com códigos de recuperação e liberação decidida por instituição. A exigência vale justamente nos caminhos que costumam escapar de uma implementação apressada — trocar a senha, entrar na área técnica, aceitar contrato, usar as interfaces de integração —, porque proteção que a tela anuncia e o sistema não cobra é pior do que proteção nenhuma: ninguém volta para conferir.
O espaço físico virou produto próprio
A identidade jurídica da instituição e o metro quadrado moravam no mesmo lugar — a ponto de quem comprava apenas a gestão de espaço perder o campo de local nas próprias telas. Agora o espaço existe por si: localização, prédio, andar e sala em hierarquia, agenda por espaço com detecção de choque de horário, capacidade virando teto de inscritos no evento, patrimônio localizado e manutenção preventiva que abre a ordem de serviço sozinha quando o prazo vence. Serve a quem não é escola.
Inscrição pública em evento, no mesmo funil
Quem se inscreve num evento aberto passou a entrar pelo mesmo funil de quem demonstra interesse num curso ou numa compra: a coleta pública liga por módulo, o evento gratuito chega ao desfecho sem precisar de uma cobrança inventada para isso, e o inscrito vira cadastro sem redigitação.
O acervo da biblioteca aberto ao próprio aluno
Buscar no acervo, reservar um exemplar e avaliar o que se leu passaram a ser coisas que aluno e professor fazem sozinhos, sem fila no balcão. Prazo, teto de reservas e validade saem do que a instituição configurou e são calculados no servidor, e todo pedido vale para quem está conectado — nunca para uma pessoa informada no caminho, que é como um autoatendimento ingênuo deixa alguém reservar em nome de outro.
Banco de itens com parâmetros oficiais
O banco de questões deixou de nascer preso à disciplina de um curso: a classificação passou a ser por exame, etapa de ensino e habilidade da matriz de referência — o mesmo eixo que os exames nacionais usam —, o que o torna útil da alfabetização à pós-graduação e vendável a quem não compra a parte acadêmica. Junto entrou o acervo oficial dos exames: área, habilidade, gabarito e os parâmetros de dificuldade já calibrados sobre milhões de respondentes, sempre com a atribuição à fonte visível.
Ver o sistema com os olhos de outro perfil
Quem dá suporte passou a poder assumir na tela o perfil de qualquer papel da instituição e ver exatamente o menu e os atalhos que aquela pessoa vê, sem entrar de novo e sem pedir a senha de ninguém. A troca muda o que se enxerga, nunca o que se pode fazer: a autorização continua sendo decidida pelo mesmo caminho de sempre, então o pior efeito possível de um engano aqui é um item de menu a menos.
Nenhuma tela pronta continua escondida
Dez telas concluídas só eram alcançáveis por quem soubesse o endereço exato — entre elas o autoatendimento em que a pessoa pede acesso aos próprios dados, obrigação legal que funcionava e ninguém encontrava. Todas entraram no menu, cada uma visível apenas para quem de fato pode abri-la. De quebra, a conferência revelou uma permissão concedida a mais e a corrigiu.
O protocolo virou motor de tramitação de qualquer área
Número, prazo, tramitação entre setores e situação do pedido deixaram de ser exclusividade do atendimento acadêmico: viraram um módulo próprio, que qualquer outra área do sistema usa sem recriar o próprio controle paralelo.